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segunda-feira, 18 de maio de 2009

Finalmente, o Poeta: Cesário Verde!

Viveu pouco tempo (1855-1886), mas deixou Obra!


Sobre ele, Fernando Pessoa, pela "voz" do heterónimo Alberto Caeiro, escreveu:



Ao entardecer, debruçado pela janela,
E sabendo de soslaio que há campos em frente,
Leio até me arderem os olhos
O livro de Cesário Verde.
...

.....

..Chiado, 26 de Abril de 2009

Que pena que tenho dele! Ela era um camponês
Que andava preso em liberdade pela cidade.
mas o modo como olhava para as casas,
E o modo como reparava nas ruas,
E a maneira como dava pelas cousas,
É o de quem olha para árvores,
E de quem desce os olhos pela estrada por onde vai andando
E anda a reparar nas flores que há pelos campos...


Por isso ele tinha aquela grande tristeza
Que ele nunca disse bem que tinha,
Mas andava na cidade como quem anda no campo
E triste como esmagar flores em livros
E pôr plantas em jarros...

domingo, 26 de abril de 2009

Fomos ao teatro...



...no último dia de representação de Os Maias, no Teatro da Trindade.


(O meu agradecimento ao professor Joaquim Melro, que nos acompanhou.)




sexta-feira, 4 de abril de 2008

Amo-Te!



Outra vez te revejo, Cidade da minha infância...
Cidade triste e alegre, outra vez sonho aqui...

Outra vez te revejo - Lisboa e Tejo e tudo -


(Excertos de Lisbon revisited, Álvaro de Campos, heterónimo de Fernando Pessoa).