Como não se consegue aceder na mensagem anterior às obras referidas, decidi editar esta com os endereços visíveis:
http://www.portoeditora.pt/bdigital/pdf/NTSITE99_SerStoAntPeix.pdf (Sermão de Santo António aos Peixes);
http://www.portoeditora.pt/bdigital/pdf/NTSITE99_FreiLuisSou.pdf (Frei Luís de Sousa);
http://www.portoeditora.pt/bdigital/pdf/NTSITE99_Maias.pdf (Os Maias);
http://www.bored.com/ebooks/World_Literature/portuguese/livro%20de%20cesario%20verde.html (O Livro de Cesário Verde).
Fica feio, mas é eficaz!!
domingo, 21 de setembro de 2008
Português, 11º Ano
Conteúdos programáticos do 11º Ano:
- Texto Argumentativo, literário: Sermão de Santo António aos Peixes, Padre António Vieira;
- Texto argumentativo, não literário: textos publicitários e outros;
- Texto Dramático: Frei Luís de Sousa, Almeida Garrett;
- Texto Narrativo: Os Maias, Eça de Queirós;
- Texto Lírico: Poesia de Cesário Verde.
Nota: Disponibilizo o endereço electrónico destas obras, mas apenas para consulta on line. Nas aulas, o uso do livro é indispensável!
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Conteúdos programáticos
sábado, 20 de setembro de 2008
Recomeçar...
A página em branco... Como recomeçar?
Sei da espécie de "angústia" que os artistas sentem perante a página em branco. Nunca pensei que o mesmo pudesse acontecer a alguém que escreve para um blogue.
Iniciei o ano passado este projecto, sem fazer ideia que rumo iria tomar. Iria ser necessária alguma auto-disciplina para que ele não ficasse pelo caminho... Os meus alunos foram os meus leitores. E escrever, tendo consciência de que somos lidos, é um incentivo precioso, que não nos deixa desistir!
Com muito poucos conhecimentos "técnicos", aventurei-me... Experimentei, pedi ajuda, mas suponho que a ajuda-maior que recebi foi a participação dos alunos, o diálogo que conseguimos manter. Não queria, nem seria capaz!! que fosse um blogue "apenas" com conteúdos formais. Daí que, por vezes, ele tenha um certo cariz "intimista", reflexo/continuidade das aulas. Depois, por acréscimo, "arrumava" aqui a matéria que achava relevante. O feed back excedeu as minhas expectativas!!
E, este ano, o percurso continuará... Mas não conseguiria recomeçar sem, primeiro, fazer estas reflexões!
São as boas-vindas aos novos alunos! e o meu reconhecimento aos alunos do "ano primeiro"!
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Novo ano lectivo

Setembro, 2008: início de um novo ano lectivo.
Turmas novas: 11º B, 11º C e 11º E.
E, de novo, a vontade de estabelecer o diálogo, a comunicação com os alunos. Publicar os seus trabalhos.
O lema da António Arroio, Amo-Te, permanece no título.
Ano lectivo 2008/2009, Português, 11º Ano.
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Ano lectivo 2008/2009
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Que fazer com este blogue?
A pergunta de quem chega ao fim de uma experiência que foi gratificante. E a resposta será, obviamente, continuar!!
Para terminar este ano lectivo, transcrevo um poema de Sebastião da Gama (que foi também professor):
O Sonho
Pelo sonho é que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não frutos,
Pelo Sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
Que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
Com a mesma alegria,
ao que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
-Partimos. Vamos. Somos.
Sebastião da Gama, Pelo Sonho é que Vamos
Para terminar este ano lectivo, transcrevo um poema de Sebastião da Gama (que foi também professor):
O Sonho
Pelo sonho é que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não frutos,
Pelo Sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
Que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
Com a mesma alegria,
ao que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
-Partimos. Vamos. Somos.
Sebastião da Gama, Pelo Sonho é que Vamos
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Fim de ano lectivo: 2007/2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Outros poetas...
No fim do ano, ainda há quem tenha inspiração:
Ele não vem.
E os meus tristes pés estão cansados
de aguentar a seca verticalidade do meu oco ser.
Quero ir para longe destes corpos iluminados,
onde a janela que dá para o caos
do mundo antigamente moderno,
bloqueia toda a luz, iluminando apenas
a minha cama solitária. Surda de todo o barulho do mundo...
Ele não vem.
E os meus tristes pés estão cansados
de aguentar a seca verticalidade do meu oco ser.
Quero ir para longe destes corpos iluminados,
onde a janela que dá para o caos
do mundo antigamente moderno,
bloqueia toda a luz, iluminando apenas
a minha cama solitária. Surda de todo o barulho do mundo...
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Trabalhos dos alunos
A cidade de Cesário Verde
Duas igrejas, num saudoso largo,
Lançam a nódoa negra e fúnebre do clero:
Nelas esfumo um ermo inquisidor severo,
Assim que pela História eu me aventuro e alargo.
Lançam a nódoa negra e fúnebre do clero:
Nelas esfumo um ermo inquisidor severo,
Assim que pela História eu me aventuro e alargo.
De "O Sentimento de um Ocidental", II Parte, Cesário Verde
Fotografia da autoria do Afonso, 11º A
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